terça-feira, 29 de maio de 2012

COMO FAZER UMA LUMINÁRIA LINDA
DE COPINHOS DESCARTÁVEIS

A criatividade é algo fantástico! Quem diria que copos descartáveis poderiam se tranformar nesta bela luminária?

Ter uma luminária de teto é algo bem legal para certos ambientes. Se você vai dar uma festinha, por exemplo, também pode ser uma boa pedida fazer esta peça para deixar no chão. Nada mais é do que uma luminária feita com copos descartáveis, desses que você encontra em qualquer supermercado. Veja o passo a passo e ponha a mão na obra. Fica linda! O efeito é ainda mais legal. Você pode colocar lâmpadas coloridas, desde que sejam frias, para não derreter o copinho.
Eu fiz a minha e coloquei no jardim embaixo da escada. Em vez de lâmpada fria, usei um fio comprido de lampadinhas de Natal, que estava dando sopa. Neste caso, não feche totalmente o círculo. Deixe um vão para que a luminária pare no chão.
Vamos ao passo a passo para entender como se faz:

Materiais necessários:
- Grampeador

- Copos descartáveis (mais ou menos 200/250 unidades, pequenos ou do tamanho de um copo americano. Aí vai depender do tamanho que você quer a luminária. Quanto maior o copo, maior a luminária; quanto menor...). Pode ser leitoso ou transparente, você escolhe;

- Lâmpada fria, daquelas econômicas, para não queimar o copinho. E também pode ser aquelas lampadinhas de Natal, que você encontra por metro. É só colocar dentro da luminária (nesse caso, de chão) e ligar na tomada.


 Como fazer

Pegue o grampeador e grampeie três copinhos, na borda e no fundo. Veja a foto para se basear. O importante é ter cuidado para não rasgar o copinho.

Se quiser, no lugar do grampeador para prender os copinhos, você pode usar aqueles clips bacaninhas de escritório. É bom porque tem de diversas cores e dá outro efeito à luminária. Não fica tão "cool" ou "limpa"; fica... como diria... muito interessante.
  

Desta mesma maneira, é só ir grampeando (ou clipando) até formar uma esfera. Não se preocupe: a própria forma do copinho já forma uma esfera, ou uma figura geodesica. Vai por mim, faça com cuidado e verá que no final tudo dará certo.


Quando estiver perto do fim, deixe uma abertura de um tamanho adequado para que a lâmpada possa passar instalada em um soquete, na ponta de uum fio, preferencialmente roliço e na cor branca. É bom que você compre um fio que seja próprio para luminárias de teto. Você encontra em lojas de materiais elétricos.

Para a lâmpada não encostar-se aos copos, meça o comprimento do fio corretamente para que ela se posicione no centro da esfera. Dê um nó no fio e entre o nó, passe uma madeirinha fininha, para apoiar por dentro o fio a correta distância da lâmpada. Não use lâmpada que tenha potência equivalente a mais que 60wats.


Espero que tenha gostado. Achei este passo a passo no blog Home Boxer.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

PÉRGOLAS COM FRESCURA
A sombra é convidativa. Conforme os raios de sol vazam entre as ripas da estrutura, novos desenhos formam-se no chão. De lambuja, do teto pendem folhas e flores, uma cortina vegetal que só se pode desfrutar sob uma pérgola. A seguir, sete modelos
Fotos Pedro Abude
Caminho ramificado Inspirada nas paisagens do sul da França, a paisagista Luciana Moraes investiu em quatro pérgolas de ferro galvanizado – acabamento que protege o material dos efeitos do tempo – dispostas em cruz. Nos pilares de sustentação de cada estrutura de 2,40 x 2,60 x 8 m, foram plantadas glicínias. “Diferentemente das outras trepadeiras, a espécie invernal tem caule grosso, e, por esse motivo, é bem mais resistente”, explica. Demorou quatro anos para a vegetação tomar conta de toda a cobertura. Sob o pergolado, o caminho rústico de mosaico português e de lajotas antigas foi ladeado por agapantos que florescem no início do verão. O projeto foi desenvolvido em parceria com o arquiteto Leonardo Junqueira
Fotos Pedro Abude
Encoberta nas laterais
Com a função de acomodar o orquidário e o viveiro de plantas, o pergolado de ipê rústico, 4,30 x 9,60 x 2,60 m, é sustentado por duas vigas de pedra. A estrutura desenhada pelo paisagista Luciano Fiaschi quase desaparece em meio à camuflagem estratégica da primavera, plantada em uma das laterais da pérgola. O modelo de ripas de madeira permite aos vasos ficar pendurados sem a necessidade de furos, além de proporcionar maior incidência de luz natural no interior. Margeando o espelho-d’água, a congeia – outra trepadeira – faz as vezes de arbusto, com o seu maciço cor-de-rosa.

Fotos Pedro Abude
 Base vigorosa
Para seguir o mesmo estilo provençal adotado no jardim, o paisagista Gilberto Elkis abusou de materiais naturais na construção do poderoso pergolado de 5 x 2,50 x 15 m. O abrigo, sustentado por oito pilares de alvenaria revestidos de pedras bolão, tem cobertura de madeira cumaru envernizada, que logo será totalmente forrada pela primavera. Cultivado a pleno sol, o arbusto pode ser facilmente conduzido como trepadeira, por meio de fios de náilon ou arame. Móveis de ferro e piso de pedriscos alternado por tijolos complementam a decoração rústica.

Fotos Pedro Abude
 Caramanchão na passagem Leve e resistente, o pergolado de alumínio, 0,50 x 2,20 x 2 m, é um dos modelos que exigem menos manutenção com o passar dos anos: só precisa de uma pintura eletrostática para ficar exposto às mudanças climáticas. No jardim, a estrutura coberta por flor--de-são-miguel aparece repetidamente ao longo de toda a passagem. E repare: o paisagista Gilberto Elkis conseguiu esconder as raízes da trepadeira entre os volumes de buxinho e minirrosa.
Fotos Pedro Abude
Extensão principal Ligação entre a sala de estar e a varanda, a pérgola de ferro pintada de verde, de 3,50 x 2,50 x 7,70 m, protege a entrada principal da casa. Durante os dias de chuva, placas transparentes de policarbonato criam um abrigo seguro e iluminado para as visitas. O paisagista Leo Laniado escolheu a ipomeia-rubra para escalar a estrutura, que recebeu verniz náutico. A trepadeira perene, de fácil manejo, levou seis meses para formar uma sombra agradável na região. No entorno, moreia, papiro e orquídea-bambu.
Fotos Pedro Abude
Com direito a cortina Graças à proteção do extenso pergolado de cumaru, de 5,40 x 3,20 x 17,2 m, o canto de relaxamento dos moradores pode incluir mesa para refeições ao ar livre e até rede. “O segredo da sombra fresca durante todo o dia está no teto, protegido por uma camada de laminado temperado resistente a chuva e outra de bambu”, explica a paisagista Luciana Moraes, que assina o projeto com o arquiteto Leonardo Junqueira. Entre as tábuas de madeira, distantes 56 cm uma da outra, há outro alívio instantâneo para o calor: a trepadeira-jade, conduzida por fios de aço nos pilares de madeira, à dir. De inflorescência pendente, a espécie precisou de três anos para encobrir toda a área. Podas trimestrais garantem o lindo efeito esverdeado, a partir da primavera.        

Fotos Pedro Abude
 Bambu aéreo A pérgola suspensa, projetada pelo paisagista João Fausto, livra o terraço de pilares, que acabariam comprometendo a circulação da área. A estrutura flexível de bambu-mossô, de 2,40 x 4 m, executada pela Kanela Decorações é sustentada, na parte superior, por dois cabos de aço e chumbada na parede com tubos de ferro escondidos no interior do material. “A medida é essencial para a segurança dos moradores. Se o pergolado não for fixado corretamente, ele pode cair com a ação do vento”, explica Fausto. Dos dois vasos de cimento aramado, nas laterais, saem exemplares de maracujá-de-flor-vermelha, que devem formar uma barreira natural ao sol daqui a alguns meses.

O que saber antes de comprar
Ferro, madeira e bambu são os materiais mais usados em pergolados. A escolha do acabamento pode ser baseada no estilo do projeto. O ferro dá um visual mais sofisticado e precisa de menos cuidado com o passar tempo: a cada 10 anos pintura que o torne resistente aos efeitos do sol e da chuva. Contudo, a durabilidade tem o seu preço. Na serralheria Ferro & Fogo, por exemplo, um modelo de 3 x 3 x 3 m varia de R$ 4 mil a R$ 20 mil, de acordo com o tipo de ferro, espessura e desenho. O alumínio custa o dobro do ferro, com a vantagem de exigir menos cuidados e não enferrujar.

A madeira permite acabamentos variados. O efeito rústico pode ser obtido com a tora de eucalipto autoclavado – processo que evita o aparecimento de cupins – ou com a madeira de demolição. Um alerta: quando mal encaixado, o material pode empenar. Certifique-se de que a empresa contratada calculou corretamente as medidas e a madeira necessária para a obra. E, a cada seis meses, aplique um verniz próprio para áreas externas. Na Cobrire, uma pérgola de 3 x 3 x 3 m de eucalipto sai a partir de R$ 1.600.

Ecológico e leve, o bambu é indicado para modelos suspensos – de preferência, por cabos de aço. O revestimento não precisa de manutenção constante e, por ser oco, pode ser transportado com facilidade.

Na medida 3 x 3 x 3 m, sai a partir de R$ 3.800 na Kanela Bambu. Qualquer que seja o material de sua escolha, lembre-se de chumbar a estrutura no piso ou na parede.

Fonte: Casa & Jardim

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DO LIXO AO LUXO: O QUE É POSSÍVEL NAS MÃOS DE UM DESIGNER DE INTERIORES

Nós, designers de interiores, não fazemos milagre, mas, muitas vezes, chegamos quase lá. No caso de mostras de decoração, a transformação pela qual passa um ambiente depois da intervenção de um designer – ou vários - é tão grande, mas tão grande, que quando vemos as fotos do “antes” e do “depois” é difícil acreditar que a beleza e o luxo um dia foram feiura, sujeira e lixo. É como se Deus desse uma mãozinha e aquele ambiente ficasse na medida exata da felicidade que cada um busca encontrar na vida. Não é exagero, não!
É claro que não são apenas designers os responsáveis pela transformação. Também contam – e muito - engenheiros, arquitetos, restauradores, paisagistas, agrônomos. E não podemos esquecer daquelas pessoas “invisíveis”, que fazem tudo acontecer: pedreiros, carpinteiros, marceneiros, jardineiros, eletricistas, encanadores e por aí vai.
Veja aqui três exemplos de Antes e Depois selecionados na Campinas Decor 2012, a maior mostra de decoração e designer de interiores do interior de São Paulo.

O primeiro deles é o Spa e Banheiro Masculino, que foi totalmente modificado pela arquiteta e urbanista Luciana Carvalho e pela designer de interiores Patrícia Fernandes. 

SPA E BANHEIRO MASCULINO - ANTES

 

 

SPA E BANHEIRO MASCULINO - DEPOIS








O segundo ambiente que eu selecionei foi a Sala da Lareira, que foi mofificado pela arquiteta e designer de interiores Patrícia Forte e pela designer de interiores Vanessa Proença.

SALA DA LAREIRA - ANTES
 





SALA DA LAREIRA - DEPOIS
 






No caso da Sala da Lareira, as profissionais se pautaram em quatro pontos básicos:
  1. Integração de um ambiente contemporâneo com uma edificação antiga (elas mantiveram parte do telhado original aparente);
  2. Fuga do convencionalismo: em vez de uma lareira fixa à parede, optaram por várias lareiras móveis espalhadas pelo ambiente e, ao mesmo tempo, interagindo com ele e seus usuários;
  3.  Criação de dois ambientes: um mais masculino e outro mais feminino, para melhor integração dos membros da família;
  4. Conforto térmico: como o frio não é um dos pontos fortes do Brasil, a necessidade de lareiras é pontual e a opção pelo uso de lareiras móveis (versáteis, portanto) se dá justamente por isso. Assim, seu uso é  otimizado durante um maior período no ano.O manuseio é fácil e não precisa instalação (funciona com álcool).

O terceiro ambiente é o Café Decor, assinado pela arquiteta e urbanista Mariana Oliveira e pela arquiteta e designer de interiores Mariana Adão. Mofo e infiltração foram só um pedacinho dos muitos problemas que as duas tiveram que resolver - e o fizeram muito bem. As fotos do "antes" revelam um ambiente desolador, abandonado. Com o projeto das profissionais, o que era uma marquise tomada por mato transformou-se num espetáculo para os olhos. Delícia tomar café e descançar nos macios sofás que a dupla escolheu, emoldurado por uma grande tela da artista plástica Maria Isabel Santos. Note que o mesmo tema da tela se repete nas almofadas. O paisagismo é de Claudia Casella. Ponto para essas meninas de valor.

    CAFÉ DECOR - ANTES





    CAFÉ DECOR - DEPOIS






Fonte das fotos: profissionais dos ambientes e acervo pessoal desta designer.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

PEQUENOS DETALHES

FAZEM A DIFERENÇA

Sabe quando, de repente, você percebe que falta alguma coisa na decoração da sua sala? O ambiente pode estar bonito, com cores harmônicas e móveis bem bacanas, mas, às vezes, fica aquela sensação de que há um vazio decorativo, rsrsrs... Se você já passou (ou está passando por isso) na sua casa, saiba que a solução pode ser bem mais simples do que você pensa. E o melhor: barata!


É, porque, para dar uma cara nova a um espaço, nem sempre é preciso mudar elementos grandes ou caros. Um simples tapete estampado pode alegrar uma sala toda branca, ou pendentes em cobre dão aquela valorizada na sala de jantar. E até mesmo um pufe de cor forte já muda o cenário.


Confira algumas propostas de Antes e Depois e comprove a teoria de que pequenos detalhes fazem, sim, uma grande diferença.

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Fotos via Real Living
Fonte: Casa de Valentina

terça-feira, 22 de maio de 2012


MOSTRA BLACK 2012: CONHEÇA
OS AMBIENTES

Vinte e dois ambientes de um casarão no Alto de Pinheiros, em São Paulo, foram assinados por decoradores, designers, arquitetos e paisagistas para a segunda edição da Hyundai Mostra Black. Alguns dos ambientes estão aqui. Confira!

 




Uma casa modernista da década de 1960 reúne até o fim de junho, em São Paulo, mais de 20 profissionais prestigiados da arquitetura e do design de interiores para a segunda edição da Hyundai Mostra Black.

A curadoria de Sergio Zobaran traz o time consagrado do primeiro ano – Alex Hanazaki, Ana Maria Vieira Santos, Dado Castello Branco, David Bastos, Fernanda Marques, João Armentano, Jorge Elias, Luiz Carlos Orsini, Murilo Lomas, Renata Seripieri, Roberto Migotto e Sig Bergamin – e inclui estreantes como o carioca André Piva, a dupla Beto Galvez e Nórea de Vitto, a decoradora Christina Hamoui, Debora Aguiar, Gilberto Elkis, Guilherme Torres, Marina Linhares, o designer Rodrigo Almeida, o paisagista Rodrigo Oliveira e a Triplex Arquitetura.
Idealizado pela arquiteta Raquel Silveira, o evento apresenta uma vitrine das tendências da arquitetura, da decoração de interiores, do design de mobiliário e do paisagismo na residência de 5.100m². A Mostra Black abre suas portas para o público hoje, 22 de maio, e vai até 24 de junho, em São Paulo.

Bike lover studio, de Christina Hamoui
Estreante na Mostra Black, a decoradora projetou um moderno studio para um ciclista. O movimento das linhas da chaise amarela de balanço, da Atrium, e do quadro da galeria Rejane Tacchi contrastam o tom sóbrio e masculino do ambiente por conta do revestimento de madeira cinza nas paredes e no teto, da Marcenaria Raízes.

Gabinete, de Rodrigo Almeida
As cores da obra Noite Indormida, obra de Roberto Burle Marx, pulam da tela direto para o escritório, que faz uma sublime reverência ao arquiteto-paisagista. A homenagem também pode ser vista nos painéis que colorem a parede de palha, de Celina Dias, e na mesa de couro verde, que foi desenhada pelo próprio designer respeitando as linhas modernas e fluidas do carioca.



Jardim Hana Zaki, de Alex Hanazaki
O paisagista fez uma leitura poética do interior paulista, com os traçados geométricos das plantações e das formas soltas dos vales, para criar o jardim de entrada da casa modernista, onde se destacam as centenárias cerejeiras Okinawa sobre o espelho d’água. O deque de madeira reciclada, as luminárias de chão LED (de baixo consumo) e as plantas e as pedras com certificado verde mostram a preocupação do paisagista com a questão ecológica e sustentável no ambiente.

Jardim tropical exótico, de Gilberto Elkis
A piscina do jardim central da casa foi reformada para ganhar uma nova borda, agora com mármore Travertino Anticato, uma prainha e um solário; e os antigos azulejos foram trocados pelas pedras naturais de Água Marinha. A vegetação — com destaque para as palmeiras Fênix e Areca, as baixinhas Cycas, os arbustos de Manacá da Serra, os lírios amarelos, o canto de Comigo ninguém pode e Costela-de-Adão, além da forração de grama preta — forma uma cerca viva e dá textura e volumetria ao espaço de 400 m².
Living de praia, de David Bastos
A aposta na descontração e na base branca criou um living confortável. Para dar um ar litorâneo ao ambiente, os móveis italianos foram encapados com linho branco e as réplicas de barcos e os corais ficam em bases de acrílicos como peças decorativas. Como ponto de cor, o arquiteto baiano pinça o azul, que aparece no tapete, da By Kamy; o vermelho, da Ornare; e o inox da gaveta refrigerada e do frigobar, ambos da Viking.


Loft gourmet, de André Piva
Com um luxo sutil e ar contemporâneo, o arquiteto se preocupou em fazer um ambiente amplo e integrado pelo piso, que recebeu uma resina espanhola, para reunir a família. O living é o foco do espaço e fica aberto para a sala de jogos e a sala de jantar, colada na adega climatizada. “É um loft brasileiro, com todos os espaços juntos. Tem verde, tem lazer, tem descanso”, explica André Piva.



Lounge África pop rock, de Roberto Migotto
O desenho solto e despojado do lounge flerta com a mesma intensidade com o rock, que está nas tachas nas poltronas Érea; com o étnico, das estampas tribais e da mesa com pé de chifre, da Ivy; e com o clássico, das cadeiras e poltronas italianas, da Cassina. Por fim, a caixa de nogueira brilhante valoriza a estrutura modernista da casa e, também, os tons de marrom, bege, havana e cru do ambiente.

Restaurante, de Renata Serepieri
A grande estrutura de madeira laminada se integra ao paisagismo do pátio interno, ressaltando os materiais naturais, como o barro na parede do bar e a madeira sólida das banquetas da Tora Brasil. As cadeiras tramadas de Harry Bertoia e as plantas, da florista Toioco Kamogawa, trazem leveza ao restaurante que será operado pela equipe do Terraço Itália durante o evento.
Sala da colecionadora, de Beto Galvez e Nórea De Vitto
A iluminação das arandelas na parede de madeira, da Vermeil, remete ao efeito usado nas exposições, a paixão da personagem que inspirou o espaço. A fotografia de Frank Thiel, da galeria Leme, e as formas da poltrona dão leveza na sala feita para uma colecionadora de arte.
Sala de jogos, de Dado Castello Branco
O cômodo de 42m² à beira da piscina possui uma atmosfera alegre e descontraída para abrigar tanto um espaço de leitura quanto um salão de jogos. A base bege e cinza do mobiliário destaca as obras de arte, da galeria Arte Edições, e as mesas de jogos, desenhadas pelo próprio arquiteto para a Ethel.


Gazebo, de Marina Linhares
O espaço privilegia a área verde com uma cobertura translúcida de vidro. A arquiteta revestiu o sofá com tecido da Entreposto, e o teto “invisível” com ripas de madeira para criar, com a ajuda dos raios solares, um efeito de luz e sombra o dia todo.


Estar, de Fernanda Marques



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Hyundai Mostra Black
Endereço: Rua Professor Fonseca Rodrigues, 664, Alto de Pinheiros, São Paulo
Data: de 22 de maio a 24 de junho
Horário: terças a sábados e feriados, das 11h30 às 21h30; domingo, das 11h às 19h30
Entrada: R$ 100,00