terça-feira, 15 de maio de 2012


DICAS PARA ALTERAR A
PERCEPÇÃO DO AMBIENTE

Truques que alteram a percepção de um ambiente.
Uma forma de expandir uma sala pequena é usando uma tela ou quadro com horizonte distante. Isso criará uma ilusão de mais espaço. Ou mesmo instalando uma série de quadros menores na horizontal. O resultado é excelente!
 


A escolha dos móveis também é importante. Para ambientes pequenos, móveis baixos e em tons claros dão a sensação de ambiente mais espaçoso. Evite o excesso de móveis para não atrapalhar a circulação.



O uso de espelhos sem moldura é uma boa pedida para dar amplitude a ambientes pequenos, mas deve-se ter cuidado com o local onde será pendurado e os móveis que serão refletidos.



Se a sua sala tem o pé direito baixo, tente usar o teto branco e cor clara nas paredes. Quadros com a linha vertical maior também dão a sensação de aumentar altura do pé-direito.

Para aquecer um ambiente frio, use quadros com motivos de paisagens e animais. Misture estampas com antiguidades, mantas e acessórios countrys.



Quadro com linha horizontal maior cria a ilusão de aumentar o comprimento da sala.


A iluminação do ambiente também é um artifício importante que, quando bem projetada ajuda na decoração de pequenos imóveis, quando o objetivo é torná-los aparentemente maiores. Se a sua sala é pequena e com pé direito baixo, evite lustres pendentes. Procure utilizar iluminação embutida e espalhada pelo ambiente. Abajures nos cantos, também é uma boa opção.
 


Marcenaria multifuncional também é uma excelente solução. Por exemplo, criar um home que tenha espaço interno para louças e talheres, ou um aparador que tenha uma mesa embutida, como a da foto.
 
 
Fonte: Ly Mello. Fotos: internet.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

UM ISAY WEINFELD NA VILA MADALENA


Imagens: Isay Weinfeld

Com volumetria dinâmica e instigante, o mais novo projeto do arquiteto Isay Weinfeld é um edifício residencial que evita o pavimento tipo. Localizado na Vila Madalena, um bairro jovem e em efervescente transformação da capital paulista, o Edifício Oka vai ser implantado entre duas ruas, em uma encosta com desnível de 19 metros.

A topografia íngreme do terreno e a solicitação da construtora de que o edifício contemplasse apartamentos com programas diferentes, direcionou o arquiteto a conceber uma construção escalonada. Assim, o projeto prevê andares que ora estão mais à frente, ora mais ao fundo, ora mais à esquerda e ora mais à direita.

Isay Weinfeld explica que “o desalinhamento dos andares é de certa forma decorrência dessa necessidade de ajustar programas tão diferentes a um mesmo esqueleto estrutural, comum a todos os pavimentos”. Além disso, o arquiteto revela que o desafio do projeto consistiu em garantir uma solução otimizada e eficiente para a circulação vertical.

Com apenas oito unidades residenciais, os apartamentos variam de 360m² a 550m². O acesso é feito pela rua no ponto mais alto do terreno e acima deste nível serão oito pavimentos, sendo cinco apartamentos, um por andar, e um triplex. Abaixo do nível adotado como térreo, foram previstas duas unidades duplex que dividem o pavimento com as garagens. E, por fim, dois andares abaixo foram destinados para espaços de lazer do edifício, além de um espaço comercial com acesso em nível pela rua de baixo - o ponto mais baixo do terreno.

O resultado final é um edifício que segue não só a topografia, mas dá continuidade à linguagem das casas escalonadas do entorno, aproveitando ao máximo à vista privilegiada e a arborização da região.

Apesar do cronograma da obra ainda não estar fechado, a previsão do início da construção é julho ou agosto de 2012.

 Com volumetria dinâmica e instigante, o edifídio proporciona uma vista privilegiada aos apartamentos.

 O partido do edifídio segue a linguagem das casas escalonadas do entorno.

 Acima do nível térreo, serão oito pavimentos, sendo cinco apartamentos (um por andar) e um triplex.

 O edifício conta com um espaço comercial com acesso em nível pela rua de baixo.

 Perspetiva ilustrada do edifício a partir da rua de baixo.

A topografia íngreme do terreno direcionou o arquiteto a conceber uma construção escalonada.

EDIFÍCIO OKA
Arquitetura

Isay Weinfeld

Data 2011

Local
São Paulo, SP

UMA CASA QUE DANÇA

CONFORME O SOL

Projeto será apresentado durante competição de arquitetura, em Madri, na Espanha

Teto da casa se move de acordo com a orientação solar
Foto: Reprodução internet
Teto da casa se move de acordo com a orientação solar (Reprodução internet)

Imagina morar numa casa com um teto que dança conforme a posição do sol? Pois lá em Portugal, um grupo de estudantes da Universidade do Porto não só imaginou como desenvolveu o projeto “Casas em Movimento”. A habitação, que será montada pela primeira vez em setembro, durante a competição “Solar Decanthon”, em Madrid, foi concebida em 2008 para reagir ao movimento do sol, seguindo-o ao longo do dia para recolher energia, além de garantir um maior aproveitamento térmico e de iluminação.

E como é que o teto dança, afinal? São dois movimentos, combinados, de rotação, feitos sobre a própria casa em função da energia solar. O conceito obedece a um "efeito girassol", pois a habitação está sujeita a movimentos combinados de rotação (painéis e casa), em função do percurso do sol. Ou seja, ela rodará aproximadamente 180º, de nascente para poente (seguindo o conceito natural de fototropismo, à semelhança de um girassol). E tudo isso sem perder de vista o design do imóvel, que tem traços contemporâneos. A ideia, aliás, surgiu com o objetivo de entender como funciona os painéis fotovoltaicos.

Segundo o idealizador do projeto, o estudante Manuel Vieira Lopes, as “Casas em Movimento” representam uma nova geração de residências sustentáveis e autossuficientes, aproveitando o potencial solar (fonte de luz e calor) para satisfazer as necessidades energéticas do cotidiano. E tem mais: elas podem ter seu tamanho alterado em função das necessidades do proprietário. A ideia é comercializar este tipo de construção e explorar os tipos de tecnologia que se desenvolvem em Portugal.


Fonte: O Globo

sábado, 12 de maio de 2012

ESTANDE DA VITRA NA FEIRA DE MILÃO


Fundada em 1950 na Alemanha e depois transferida para a Suíça, a Vitra é uma das maiores autoridades na área de design e movelaria


Escolhido pelos curadores do Arkpad como o mais bonito da Feira de Milão, o estande da Vitra contou com muita luz, transparência e pureza visual. Entre as paredes de blocos translúcidos, o espaço de exposição apresenta plataformas de madeira, elevadas e iluminadas por baixo, que parecem levitar.


Com piso todo branco e predominância de cores claras, o espaço cumpre sua principal função: evidenciar os produtos expostos. A solução apresenta diversas ambientações, inserindo o mobiliário em contextos humanizados, inclusive com estruturas que diminuem o pé-direito e aproximam os espaços de uma situação real.


As “paredes” que delimitam o estande, feitas com caixas de plástico, exibem ao mesmo tempo transparência, leveza e rigor geométrico. As diversas superfícies e divisórias, umas apoiadas e outras suspensas, na maioria dos casos tem sua estrutura oculta e nem chegam a se tocar, o que amplia ainda mais a leveza visual do conjunto.


Fundada em 1950 na Alemanha e depois transferida para a Suíça, a Vitra é uma das maiores autoridades na área de design e movelaria. O grande trunfo da companhia foi ter investido desde o início em licenças sobre a obra de grandes designers, como Charles e Ray Eames, George Nelson e Verner Panton. Seguindo a mesma filosofia, as novas peças são criações de alguns dos melhores designers da atualidade:


Antonio Citterio criou a poltrona giratória Repos, com braços e encosto altos e generoso estofamento, um convite para relaxar! O elemento mais expressivo dessa peça é o prolongamento do encosto de cabeça, para o lado e para frente, que envolve e acolhe o usuário. O produto tem um mecanismo oculto e sincronizado com o movimento, que detém a posição estabelecida pelo usuário, oferecendo conforto e estabilidade.

Os irmãos Bouroullec assinam o desgin de Corniches, pequenas prateleiras assimétricas, que visam suprir a necessidade por espaços pequenos e espontâneos. “Da mesma forma que nós penduramos a nossa toalha de praia em uma rocha saliente de um penhasco antes de mergulhar no mar, precisamos de espaços de armazenamento pequenos na vida cotidiana também”, explica Ronan Bouroullec.


A poltrona Fauteuil de Salon foi desenhada por Jean Prouvé em 1939, e redescoberta nos arquivos do engenheiro francês. A reedição faz parte da parceria “crossover” entre a Vitra e a marca fashion G-Star. As equipes criativas colaboraram com a família do designer por 2 anos para produzir uma reedição de 17 peças.


Hella Jongerius revestiu seu icônico sofá Polder com tecidos novos da Maharam em edição especial de 100 peças. Inspirado pela técnica de “patchwork“, o trabalho mistura diferentes tecidos, padrões e texturas. A designer e a fabricante de tecidos já tem uma parceria consolidada: Jongerious desenhou uma das coleções de tecidos utilizadas, e também a capa da Agenda Maharam (uma monografia sobre os 110 anos da empresa).


Konstantin Grcic inspirou-se em equipamentos de esportes radicais para criar a cadeira Weaver. O design ousado e inovador explora uma estética futurista, focada no desempenho: a peça é leve, confortável e multi-uso (indoor e outdoor). O assento fica em balanço, pois é conectado à estrutura metálica por um elástico, o que proporciona um nível de conforto além do habitual.



O curta-metragem “Remind Me”, dirigido por Florian Böhm, mostra os produtos da Vitra inseridos em cenas fictícias da vida cotidiana. Há neste vídeo uma reflexão verdadeira: por mais incríveis que sejam os móveis, eles não são protagonistas, e sim cenário. Mas justamente por fazer parte da casa, eles participam de acontecimentos íntimos e importantes da vida pessoal, fazendo com que exista um vínculo afetivo, que mantém essas peças na memória.


quarta-feira, 9 de maio de 2012


QUANTO CUSTA CONTRATAR UM DESIGNER DE INTERIORES?



Atire a primeira pedra quem não tem para si que um designer de interiores custa caro. As pessoas vivem me perguntando: "mas, o seu trabalho custa caro, não?" Minha resposta: depende do que você acha caro. Muitas vezes, a sabedoria popular que diz que o barato sai caro é perfeitamente aplicável ao mundo da decoração.

Conheço inúmeras pessoas que compraram um sofá "ma-ra-vi-lho-so", cheio de estilo e coisa e tal. Quando chegou, não cabia no espaço disponível. Ou a cor era berrante/apagada demais, ou simplesmente não tinha nada a ver nem com a sala nem com quem ia usar o sofá. Nesse caso, um profissional que entenda do riscado acaba saindo bem mais barato, porque evita dores de cabeça e o resultado é sempre mais bem adequado às necessidades e aos anseios dos donos da residência.

A mesma coisa se aplica a cores. Tem gente que tem pavor de arriscar uma cor mais forte, diferente por achar que vai ficar "brega", escurecer o ambiente ou coisas assim. Ergonomia também é um item para lá de importante e que normalmente as pessoas a relegam ou nem lembram que é preciso deixar um espaço determinado para uma boa fluidez do andar, sentar etc. Idem para iluminação (natural e artificial) e harmonização de ambientes.

É bom que se esclareça: um bom designer é aquele que sabe adaptar-se ao morador: entrevista-o, estuda seus hábitos, necessidades e anseios; ajusta-se a seu orçamento, mas tem o próprio estilo.

"Costumo dizer ao cliente: a casa é sua, não minha", afirma o designer João Armentano. "Mas ninguém vai a um decorador para impor suas vontades. Há um diálogo. Quem contrataria uma vaca de presépio?"

QUANTO MAIOR, MENOR O CUSTO - O investimento depende da área a decorar. No Estado de São Paulo, o metro quadrado, em um apartamento pequeno (de 100 m2), não sai por menos de 65 reais. Um profissional reputado pode chegar a cobrar 500 reais por metro – mas esse preço cai à medida que aumenta a área da residência. O valor também varia de acordo com o tipo de serviço oferecido – que pode ir de uma simples redistribuição dos móveis na casa até um projeto completo, da iluminação à escolha dos móveis e revestimentos.

Em Jundiaí, os preços variam, Há quem cobre 10 reais o metro quadrado, caso o trabalho a ser feito seja muito simples. Na média, eu diria que hoje está entre 50 reais e 80 reais o metro quadrado. Há profissionais, porém, que cobram por projeto e não por metro quadrado. Na verdade, tudo depende do projeto, de sua complexidade, de seu tamanho. Se você quiser que o designer faça as compras e/ou gerencie a obra, o custo será um pouco maior. Se o profissional não for da cidade onde você mora, também há que se computar os custos de deslocamento.

O QUE DIZ A ABD - Segundo a Associação Brasileira de Designers de Interiores (ABD), órgão que regulamenta a profissão, esses profissionais são remunerados, basicamente, pela elaboração do projeto e pela administração da obra.

Para calcular os valores da remuneração para a criação do projeto, que envolve estudo preliminar, anteprojeto e projeto executivo, toma-se como base o tamanho da obra em metros quadrados, o tipo de projeto (residencial, comercial e seus segmentos) e a quantidade de desenhos, estabelecendo-se um valor em reais pela metragem correspondente.

Já a Taxa de Administração de obra é calculada aplicando-se um percentual que varia de10% a 15%, aplicados sobre o valor de todos os produtos e serviços gastos para a sua realização.

Outras modalidades de remuneração são: a consulta cobrada por hora técnica e a visita à obra, também calculada por hora.

RESERVA TÉCNICA - Alguns designers de interiores adotam como prática o recebimento de fornecedores uma remuneração denominada Reserva Técnica (RT) pela especificação de seus produtos e serviços. Essa prática é aprovada pela ABD, mas deve acontecer sob rígidas condições éticas e não implicar em qualquer prejuízo de ordem técnica ou econômica para o cliente.

DICAS DE DECORADORES
João Armentano, designer - O preço de um decorador depende do tamanho da “obra”. “Pasme: uma obra menor muitas vezes fica tão ou mais cara do que uma maior, pois o valor por metro quadrado vai diminuindo”, afirma. Exemplo: uma obra entre 80 e 100 metros quadrados deve custar aproximadamente 500 reais o metro quadrado, totalizando até 50 mil reais. Já em uma maior, de 600 metros quadrados, multiplica-se o preço por um valor menor por metro quadrado, algo entre 200 e 300 reais.

O decorador, além de orientar com uma boa solução arquitetônica, apresenta todos os materiais existentes no mercado (todos, do ideal ao não aconselhável), seus custos e benefícios. “Recomenda e, o mais grave, muitas vezes até assume a responsabilidade pelo produto.”

Para escolher um decorador, o melhor é recorrer a revistas especializadas, mostras (como a Casa Cor) ou a uma indicação. “Ao se identificar com a casa de um amigo ou famliar, pergunte quem a fez e como foi o processo. Essa é a melhor forma.”

Rosa May Sampaio, designer - O quanto se gasta depende muito do que será feito, se haverá obra, se vai só decorar ou não. “Só para decorar, depende do material. Deve sair R$ 1 000 do projeto, mais o material.” Segundo ela, estão sendo muito usados fibras naturais, algodão, linhos, cores mais claras misturadas com outras, mais fortes.

O decorador conversa com o cliente, vê a disponibilidade, quanto ele pode (e quer) gastar, que tipo de vida leva (se fica mais sozinho, se gosta de receber pessoas em casa). “Quando recebe, é preciso dar mais atenção à sala. Quem quer ficar mais em casa, coloca TV. O certo é o decorador seguir o que você quer, dando dicas sobre o que há de novo no mercado”, afirma.

Para escolher um estilo, o ideal é observar trabalhos em revistas, em sites, fazer uma análise de seu próprio estilo. “É importante o contato pessoal com o decorador, para ver se é uma pessoa que não vai fazer imposições de tudo.” Segundo ela, os valores variam muito porque é possível chegar a soluções charmosas mais baratas, mas também usar fartamente tecidos importados.

Antonio Carlos Gouveia Jr., editor do Decor Year Book - Os honorários de um decorador não têm custo definido. Depende de dados como:
1) projeto com custo por metro quadrado;
2) percentual definido entre as partes sobre os gastos gerais da obra e projeto executado; 3) negociação geral entre as partes.
Dica: negocie tudo antes e faça um contrato (é bom para as duas partes).

Em geral o designer de interiores faz o projeto, escolhe, garimpa, compra, acompanha o cliente em todas as lojas e fábricas, até decisões como toalhas de banho, roupas de cama e mesa, copos, pratos, cores de paredes aos tipos de objetos que devem estar em sua mesa como decoração.

 O bom designer deve estar preparado para o que o cliente quer. "O importante é definir o seu estilo e sempre pensar que tendência você gosta e o que lhe faz bem", diz. A escolha pode ser feita em livros de decoradores, como o Decor Year Book Brasil, mostras de decoração que acontecem em várias cidades do país durante todo o ano e revistas especializadas.

TABELA DE HONORÁRIOS - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DESIGNERS DE INTERIORES

Como Utilizar a Tabela: A remuneração do Profissional Arquiteto de Interiores e Decorador pode ser estabelecida a partir de quatro diferente condições, utilizadas de forma individual ou combinada.

1. Remuneração por projeto;
2. Consulta
3. Hora Técnica
4. Administração da Obra.

A ABD definiu como conceito para esta Tabela uma faixa mínima de honorários. Isso representa que o mercado permitirá a prática de honorários acima da Tabela ABD, considerando-se a posição de cada Profissional prestador do serviço.

Com a Tabela de Honorários, a ABD espera oferecer a Profissionais e Consumidores um parâmetro para negociação de preços. Essa Tabela será revista periodicamente.

Em caso de dúvida, consulte a ABD – Associação Brasileira de Designers de Interiores (www.abd.org.br).

HONORÁRIOS POR PROJETO (COMPLETO) - VALOR
MÉDIO (R$) COBRADO POR M2 
 
ESTADOS
DE 10 a 59m
De 60 a 99m
De 100 a 300m
De 301 a 500m
De 501 a 700m
De 701 a 999m
Acima de 1000m
SP
76
71
65
61
59
55
52
RJ
86
80
75
72
70
70
66
ES, MG
68
59
49
42
37
35
32
AL, AM, BA, CE, PB, PE, PI, RN, RO, SE, PA, TO, AP, AC, MA, RR
70
68
59
51
45
41
37
DF, GO, MT, MS
62
60
56
52
51
49
49
PR, RS, SC
76
74
69
62
60
59
56


PROJETO

ESTUDO PRELIMINAR
ANTEPROJETO
PRÉ-EXECUTIVO
EXECUTIVO
FASE
Fase de concepção do Projeto
Fase de concretização das ideias
Fase de justaposição
Fase de detalhamento
O QUE ENGLOBA
Representação gráfica do conjunto das necessidades do cliente e do espaço
Croquis e esboços da concepção
Proposta de prestação de serviço
Definição do partido e ajustes
Coordenação de projetos complementares e definições técnicas (projetos de hidráulica, elétrica, iluminação, acústica etc., com profissionais especializados).
Definições dos detalhes construtivos;
Acabamentos, revestimentos, mobiliário, objetos etc.
DOCUMENTAÇÃO
Estimativa de custos (orçamento estimado);
Estimativa de prazos do projeto (cronograma estimado do projeto).
Documentação gráfica em escala e tecnologias construtivas;
Aprovação/aceite do cliente.
Documentação gráfica com definições finais.
Conclusão do projeto com documentação gráfica para o início da obra;
Orçamentos finais e Memoriais Descritivos.
100%
OBS: O valor de 100% sobre o Projeto Completo poderá ser dividido em percentuais nas diferentes Fases, de acordo com as necessidades profissionais.

ALTERNATIVAS DE REMUNERAÇÃO
Consulta: Quando o cliente solicita uma orientação profissional.
De R$ 125,00 a R$ 250,00 – correspondente a uma consulta de até 3 horas.
Hora técnica: Para serviços específicos e não contemplados no Projeto.
De R$ 94,00 a R$ 125,00/hora.
Acompanhamento de obra: Honorários calculados a partir de um porcentual sobre o custo total da obra.
De 10% a 15% do custo estimado, com negociação em função da complexidade da obra.