terça-feira, 18 de setembro de 2012

A OUSADIA DO DESIGN ITALIANO
 
NESSA URBANA REVOLUCIONÁRIA
 
Os italianos da Rizoma não economizaram nem
inteligência nem ousadia nessa urbana single speed
de alta classe.
 
Não é fácil criar o novo em um produto
tão amplamente comprovado como a bicicleta.
 
Mas a Rizoma conseguiu. Optou por eliminar o tubo
que liga o selim ao eixo de centro criando um design
limpo e harmônico.
 
E usa uma correia dentada no lugar da tradicional
corrente, uma solução que vem se mostrando cada
vez mais presente nas bicicletas sem câmbio.
 
A bike é feita de alumínio e fibra de carbono.
Segue a linhas das urbanas naked (apenas um freio
dianteiro) que cada vez mais tomam as ruas das grandes cidades.
 
E custa 3.700 euros.
 
Melhor que escrever é olhar. As imagens falam por si.
 
Maiores informações no site da Rizoma.

Rizoma - Nova bicicleta italiana




O post A ousadia do design italiano nessa urbana revolucionária apareceu
primeiro em Oa. - www.oajundiai.com.br
 

 
COM PORTLAND SOBRE MOBILIDADE
 
O portal Eu Vou de Bike publicou recentemente uma interessante reportagem a respeito da cidade de
Portland, nos Estados Unidos, uma das poucas
cidades norte-americanas a optar por um plano
integrado de transportes.
 
Portland, como afirma a reportagem, é um ótimo
exemplo de cidade que se preocupa com a bicicleta
como meio de transporte.
 
E essa preocupação não surgiu de um dia para outro,
ela veio se consolidando ao longo dos últimos 30 anos.
Ou seja, independente do prefeito no cargo, a política
pública relacionada à bicicleta não foi alterada.
 
Jundiaí pode, com certeza, aprender com Portland.
 
Para mostrar como foi a implantação de
vias cicláveis – ciclofaixas, ciclovias,
ciclorrotas – na cidade, o site Bike Portland
divulgou um mapa animado mostrando a
construção dessas vias ao longo do tempo.
 
No vídeo abaixo, as vias rosa mostram as vias que
estão fora do sistema viário (parques, trilhas, etc).
As vias verdes são os chamados 'bike boulevards',
um tipo de rua com certas restrições para
veículos (algo parecido com a ideia de ciclorrota).
As vias azuis são as ciclovias e ciclofaixas.
 
Fica bem fácil de perceber o quanto a cultura
da bicicleta evoluiu por lá.
 

A cidade, que tem 500 mil habitantes, conta com
cerca de 15 mil pessoas que se locomovem
exclusivamente usando a bicicleta, um número
ainda pequeno, mas impressionante se
considerarmos a cultura das cidades
americanas, exclusivamente
voltada aos carros.
 
Portland, digamos, é um pouco maior que Jundiaí.
É possível comparar.
 
De acordo com a Bicycle Transportation Alliance,
uma organização que incentiva o uso de bicicleta
em Portland, cerca de 2,1 milhões de quilômetros
são rodados mensalmente pelos ciclistas da cidade.
 
O que explica essa predisposição à bicicleta em
um país que sempre priorizou os veículos?
 
Além de Portland não ser muito grande, o que ajuda
nas locomoções de bicicleta, a cidade conta com
uma infraestrutura espetacular para os ciclistas.
 
Paraciclos em cada esquina, estações de aluguel
de bicicletas, ônibus que levam as bicicletas
em racks instalados na frente do veículo, limite
de velocidade reduzido na maioria das ruas.
Além de, é claro, a implantação da massa
cicloviária que você viu
no vídeo acima.
 
Algo parecido por aqui?
 
Ou seja, a cultura da bicicleta pode muito bem
ser criada em uma população que não estava
acostumada com a bicicleta como meio de transporte.
 
Basta dar estrutura e segurança para o ciclista, que a
demanda reprimida sairá às ruas para pedalar.
Isso é bem fácil de perceber em Jundiaí quando, aos
finais de semana, milhares de pessoas se aventuram
pelas ruas, trilhas, na ciclofaixa da Luiz Latorre
(por que não na 9 de Julho, a icônica avenida
jundiaiense?) e na ciclovia que liga o Jardim
Botânico ao Parque da Cidade.
 
De segunda a sábado, no entanto, a cultura da
bicicleta em Jundiaí está restrita a quem usa a
bicicleta porque não tem outra opção e não por
quem opta por um transporte mais saudável.
 
No vídeo abaixo um pouco mais sobre a
bicicleta na cidade de Portland.
Como diz o vídeo, “o jetpack já existe.
 
É a bicicleta. Nós somos uma cidade de 20 minutos.
Nenhuma loja de donut é longe o bastante.
Todos os horários de compromissos são fáceis
de ser cumpridos”.
 
Roll On, Oregon from
Bicycle Transportation Alliance on Vimeo.

Em Jundiaí, o movimento Bicicletada elaborou em
2009 um Plano Cicloviário para a cidade que tinha
como objetivo apresentar metas que
proporcionassem aos ciclistas mais segurança e
estrutura, tanto educacional como viária.
 
Segundo o site do movimento, após reuniões na
Prefeitura Municipal para a apresentação do plano e
discussão sobre melhorias no transporte público das
vias para que os ciclistas pudessem trafegar
com mais segurança pela cidade, foi divulgado à
população um mapa contendo as rotas que
deveriam ser beneficiadas com ciclovias nos
próximos anos.
 
De fato, desde então, pouco foi feito para
se criar uma cultura a bicicleta como meio de
transporte. O próprio movimento
Bicicletada em Jundiaí tem pouca
representatividade, sem força para pressionar
o poder público.
 
O Plano Cicloviário continua a ser uma carta
de intenções.
 
Plano Cicloviário

Visualizar Plano Cicloviário em um mapa maior

Na foto as faixas exclusivas para bikes em Portland. Solução simples.

Fonte: O post O que Jundiaí pode aprender com Portland sobre mobilidade
apareceu primeiro em Oa - WWW.OAJUNDIAI.COM.BR
 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

50 VERSÕES CELEBRAM

OS 50 ANOS da EGG

Icônica peça de Jacobsen ganha mostra no MuBE

 



  (Foto: divulgação)
Não é exagero afirmar que qualquer lista das peças mais importantes da história do design que pretenda ser séria deve, obrigatoriamente, incluir a poltrona Egg, possivelmente perto do topo do ranking. O icônico móvel, criado por um autor de ícones em série – o dinamarquês Arne Jacobsen –, comemora, neste ano, meio século de existência. Para celebrar a data, o artista plástico Tal R – que já decorou até a casa de inverno da família real dinamarquesa – customizou 50 exemplares da peça, que ficarão expostos no Museu Brasileiro da Escultura – MuBE, em São Paulo, a partir desta sexta-feira, 31 de agosto de 2012.
 
A mostra comemorativa apresenta diferentes versões da imponente Egg, customizadas com o colorido patchwork de tecidos garimpados em diversos pontos do globo, como Istambul, Berlim e Nova York, além de lojas de móveis vintage da Dinamarca e de roupas de trabalhadores rurais de Israel. “O objetivo era fazer uma poltrona que contasse múltiplas histórias. Os pedaços de tecido tinham de ser cheios de vida. Deveria parecer um pouco com as feitas artesanalmente”, explica o artista, israelense de nascimento, mas radicado em Copenhague.
 
A coleção, que rodou o mundo em exposições em museus, galerias e lojas conceituais, procura incorporar uma dimensão inconsciente ao design. É que as poltronas ganharam nomes curiosos, inspirados em Sigmund Freud, de quem Tal R é fã: Martha (esposa do pai da psicanálise), Irma (nome de um dos sonhos analisados de Freud) e Adler (amigo próximo, médico e psicólogo de Freud). Cada nome foi escrito por baixo, e cada cadeira, assinada pelo artista, já que o nome da cadeira (“ovo” em português) significa, na linguagem do pai da psicanálise, um símbolo das forças da reprodução e da habilidade de criar novas vidas.
 
Egg Chair e Tal R
Local: Museu Brasileiro da Escultura – MuBE
Endereço: avenida Europa, 218, Jardim Europa, São Paulo
Data: de 31 de agosto a 23 de setembro
Horário: de terça a domingo, das 10h às 19h
Entrada franca
  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)


Fonte: Casa Vogue

terça-feira, 14 de agosto de 2012

JARDINS NAS ALTURAS

Tudo aquilo que você queria saber sobre telhados verdes e não tinha coragem de perguntar

Texto de Frank Siciliano*, para a revista "Conceitual", da ABD

O Telhado verde traz vários benefícios para a edificação e o seu entorno. Além de evidente aspecto estético, tem importantes vantagens práticas:

1- É poderoso isolante térmico, por proteger o pavimento inferior da insolação e criar um ambiente agradável. Também contribui na impermeabilização da cobertura, ao evitar dilatações, retrações e vazamentos.

2- Retarda a descida da água da chuva para as redes pluviais, evitando a sobrecarga e alagamento dos sistemas.

3- Contribui para diminuir as "ilhas de calor" provocadas pelo aumento da temperatura ambiente em regiões de pouca vegetação e muito pavimentadas.


BEIRUT WONDER FOREST - Beirute prova que projetos verdes são viáveis em qualquer cidade, mesmo as problemáticas. A imensa capital do Líbano, em área verde, tem apenas 0,8 metros quadrados por pessoa, bem abaixo do índice recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 12 metros quadrados por pessoa. Mas, um projeto de lei transformará a cidade, com cerca de 2,5 milhões de habitantes, na primeira do mundo com a obrigatoriedade de plantar jardins nas coberturas de prédios -- como solução imediata para esse grave problema ambiental. As imagens, feitas pelo StudioInvisible, simulam a aparência de Beirute com os jardins. Veja mais em www.studioinvisible.org

Importante saber que o telhado verde não elimina a cobertura impermeabilizada, que deve ser apoiada em laje ou telhas. Essa execução pode ser feita de diversas formas: jardins suspensos, sistemas industrializados ou modulares.



Os jardins suspensos são recomendados em obras onde ocorram maior sobrecarga na laje. Exigem também mais altura para contemplar o sistema com drenagem sub-superficial, quantidade maior de terra e de vegetação. Essa modalidade apresenta a vantagem de manter espécies de maior porte.

Os sistemas industrializados contam com tecnologia avançada, rapidez na instalação e maior adaptabilidade na implantação de reformas, porque apresentam pouca sobrecarga à cobertura existente. São compostos por manta anti-raízes que protege a impermeabilização ou a cobertura, mais uma bandeja que armazena a água de chuva até que escoe pelo sistema de drenagem (ou que sejam utilizadas nas plantas).
brevivem
Sobre a plataforma é colocada a manta, que serve de filtro e de suporte para o substrato em que será plantada a vegetação.

Por fim, é instalada uma armação plástica para estruturar, além de reter terra e plantas em planos inclinados que evitem o pisoteio.

Todo esse sistema tem apenas 5cm de altura e pesa aproximadamente 60 quilos por metro quadrado. A montagem de uma cobertura de 200 metros quadrados, por exemplo, não demora mais que um dia de trabalho.

A manutenção desse sistema é fácil e depende das espécies escolhidas. Há plantas que sobrevivem com pouca água por muito tempo e utilizam água das bandejas de retenção, apresentando crescimento limitado pela quantidade reduzida de substrato.

O custo da instalação de telhados verdes varia de acordo com o modelo e as plantas escolhidas, de R$ 100 a R$ 200 o metro quadrado. Esses custos se tornam atraentes ao se considerar a eliminação de isolantes térmicos na cobertura e a economia de energia por não-utilização de ar-condicionado nos ambientes.

Ilustração mostra como seria o centro de São Paulo com cobertura verde

*Frank Siciliano é arquiteto da Todescan Siciliano Arquitetura (tsarq.com).


TELHADOS VERDES

Em Toronto, no Canadá, a prefeitura local planeja cobrir 75% dos prédios da cidade com vegetação


Para reduzir o calor nas grandes cidades, combater o efeito estufa e minimizar problemas como enchentes e transbordamento de esgotos, uma ideia vem sendo implementada com sucesso em alguns lugares do mundo: os telhados verdes, ou Green Roofs.

Basicamente, a ideia é plantar os mais diferentes tipos de vegetação na cobertutra dos edifícios.

Os telhados verdes, segundo estudos, melhoram em 30% as condições térmicas no interior dos prédios, além de diminuir a poluição nos congestionados centros urbanos, ajudar a manter constante a umidade relativa do ar e formar um microclima em torno.

E foi pensando nisso que a prefeitura de Toronto, no Canadá, criou um plano de estímulo a essa técnica. O objetivo é instalar telhados verdes em prédios já existentes e naqueles que serão construídos, com meta de alcançar de 50% a 75% de abrangência. Iniciativas privadas que aderem à causa são contempladas com incentivos fiscais.

Para reforçar a iniciativa da prefeitura, funcionários municipais desenvolvem, em parceria com técnicos dos fundos Atmosférico e Hidráulico de Toronto, um programa de reconhecimento dos benefícios causados pela implantação do sistema para a energia, a qualidade do ar e o clima na cidade.

Fonte: www.toronto.ca/greenroofs e revista Conceitual, da ABD




 
FLORESTA VERTICAL

Em Milão, Itália, dois prédios residenciais têm árvores plantadas nas varandas dos apartamentos



Projeto ambicioso e inovador. E o legal é que não se trata apenas de uma ideia possível, mas já colocada em prática. O Bosco Verticale, em construção no bairro de Isola, em Milão, faz parte do plano urbanístico BioMilano. A proposta é criar um cinturão verde ao redor da cidade italiana e restaurar 60 fazendas, abandonadas na periferia, para uso da população.

O Bosco Verticale tem duas torres residenciais: uma com 110 metros de altura e outra com 76 metros. A maior diferença desse projeto (em relação a outros que têm a sustentabilidade como objetivo) são as varandas dos apartamentos com árvores e outras espécies de plantas.

Segundo Stefano Boeri, arquiteto do projeto, será a primeira floresta vertical do planeta.

"Essa proposta de reflorestamento metropolitano contribui para a regeneração do ambiente e da biodiversidade. As 900 árvores e outros tipos de vegetação criam um microclima. A diversidade das plantas produz umidade, absorve CO2 e partículas sujas, e proteje da radiação e da poluição acústica, promovendo melhor qualidade de vida e armazenamento de energia."

VARANDAS VERDES
Modo de trazer o verde de volta às cidades, prédios com árvores e plantas são tendência na arquitetura. Só a vegetação do Bosco Verticale ocuparia uma área de 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol.


No verão, as árvores sombreiam as janelas e filtram a poeira da cidade; no inverno, o sol brilha através dos ramos ressecados. Os dois prédios contam com tecnologia que recupera e produz energia, ao mesmo tempo que filtra a poluição do ar. Também têm sistemas de energia eólica e fotovoltaica para aumentar o grau de autossuficieência energética. E a irrigação é feita com o reaproveitamento da água produzida pelos edifícios.






Fonte: www.stefanoboeriarchitetti.net e revista Conceitual, da ABD.


sexta-feira, 27 de julho de 2012

PODE CHAMÁ-LOS DE ‘FRANKENSTEINS’

Conheça 10 edifícios onde o novo e o velho se unem

A lógica é clara: para se construir um edifício novo onde já existe um outro, é preciso demolir o anterior. Certo? Pense de novo. Pelo menos nos dez edifícios que listamos a seguir, o antigo e o atual convivem juntos sem criar problemas. Lado a lado ou em cima e embaixo - depende da vontade do arquiteto. Arquitetura, aliás, é o que garante harmonia a essas combinações, que, sem critério, poderiam bem ser verdadeiros Frankensteins urbanos. Para nossa, sorte, porém, são todos projetos premiados. Confira!

  (Foto: divulgação / Hufton+Crow Photography)
1. Museu de História Militar de Dresden, AlemanhaAutor: Daniel Libeskind
Famosa por sofrer um dos maiores bombardeios da 2ª Guerra Mundial, Dresden abriga o principal museu militar da Alemanha, justamente dentro de um antigo edifício do exército, construído entre 1873 e 1877 no melhor estilo neoclássico.
Com a reunificação do país, as Forças Armadas decidiram renovar a construção, promovendo um concurso de arquitetura cujo resultado foi divulgado em 2001. Dez anos depois, o projeto do polonês naturalizado norte-americano Daniel Libeskind foi construído.
A estrutura que ele criou, de 30 m de altura e 14.500 toneladas, recorta a fachada principal do prédio com impacto, na forma de um volume de aço e concreto que cria novos espaços expositivos, acrescenta um caráter contemporâneo ao edifício original, e remonta à memória de destruição e reconstrução da cidade.
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  (Foto: divulgação)
2. Pinacoteca do Estado, São Paulo, BrasilAutor: Paulo Mendes da Rocha

Muitos são os títulos que colocam a Pinacoteca do Estado no topo da lista de museus brasileiros. Ali está, por exemplo a maior coleção de arte do século 19 do país. É também o primeiro museu de arte de São Paulo. E possui ainda um dos maiores acervos de pintura do Hemisfério Sul.
Mas a arquitetura também é motivo de interesse para quem visita o edifício. Projetado por Ramos de Azevedo e Domiziano Rossi, ele abrigou o Liceu de Artes Ofícios paulista entre 1905 e 1911, quando passou a sediar a Pinacoteca.
A tarefa de renovar a construção, no início da década de 1990, ficou a cargo de Paulo Mendes da Rocha (Pritzker em 2006), que atravessou seus andares com passarelas metálicas e iluminou seus espaços com claraboias e novas aberturas, sem alterar as centenárias paredes de tijolos.
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  (Foto: divulgação / © Roland Halbe)
3. Museu de Arte de Akron, EUAAutores: Coop Himmel(b)lau

Próxima a Cleveland, no estado norte-americano de Ohio, a cidade de Akron ganhou notoriedade em 2004, quando deu início à obra de renovação do museu de arte local, após um concurso de arquitetura vencido pelo estúdio austríaco Coop Himmel(b)lau.
Com quase 6.000 m² de área, o volume suspenso acrescentou ao conjunto, que até então ocupava um edifício de 1899, um espaço expositivo, além de auditório e cafeteria.
A construção se tornou símbolo de Akron não apenas por sua arquitetura, mas também porque o museu - até então pouco conhecido - tem um dos maiores acervos de arte dos Estados Unidos.
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  (Foto: reprodução)
4. Museu Municipal de Rapperswil-Jona, SuíçaAutores: :mlzd

A principal exigência do concurso de arquitetura realizado em 2007 para a expansão do museu de Rapperswil-Jona, na Suíça, foi preservar a fachada norte do edifício. Isso porque seus três volumes originais remontam à Idade Média, e formam um conjunto - visível a quilômetros de distância - que é símbolo da pequena cidade de apenas 26.000 habitantes.
Dessa forma, os arquitetos do escritório :mlzd criaram um volume que preza pela discrição e pelo diálogo direto com as construções medievais. Trata-se de um edifício de metal dourado que se amalgama com a pedra das antigas fachadas. Visível somente por quem visita o museu a partir de sua entrada voltada para o sul, a construção tem apenas 170 m² de área.
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  (Foto: Royal Ontario Museum © Sam Javanrouh, 2008)
5. Royal Ontario Museum Crystal, Toronto, CanadáAutor: Daniel Libeskind

Um dos maiores museus da América do Norte, e principal centro canadense dedicado à cultura e à história natural, o Royal Ontario Museum é ponto turístico de Toronto, atraindo milhões de visitantes todos os anos.
Coube a Daniel Libeskind (mais uma vez) projetar a ampliação do edifício construído em 1912. Inaugurado em 2007, o volume de vidro e metal é todo recortado, e por isso acabou ganhando o apelido de Crystal.
Feita de 25% de superfícies envidraçadas e 75% de estruturas de alumínio, a construção mais recente praticamente não toca a antiga sede, criando nichos por onde os pedestres circulam sem efetivamente entrar no museu.
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  (Foto: reprodução)
6. Darwin Centre, Museu de História Natural de Londres, Grã-BretanhaAutores: CF Møller

O Museu de História Natural de Londres figura, ao lado do Museu de Ciência e do Victoria and Albert, como uma das atrações do bairro de South Kensington. Conhecido por sua extensa biblioteca e pela exposição permanente de ossadas completas de dinossauros, ele ocupa uma construção de 1881 semelhante a um templo religioso.
Sua coleção de mais de 70 milhões de espécies de fauna e flora é administrada pelo Darwin Centre, cujo nome é uma homenagem a Charles Darwin, responsável pela coleta de boa parte desse acervo. Em 2008, o centro ganhou uma nova sede - um volume envidraçado, desenhado pelos arquitetos do estúdio dinamarquês CF Møller. Com oito andares, a construção abriga milhões de espécies botânicas e de insetos.
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  (Foto: divulgação)
7. Museu Enzo Ferrari, Módena, ItáliaAutores: Future Systems

Inteiramente dedicado à vida e ao trabalho do italiano que criou a fábrica de carros mais famosa do mundo, o novo Museu Casa Enzo Ferrari divide-se entre um galpão restaurado – onde o mecânico nasceu e montou os primeiros veículos que levavam seu sobrenome -, e uma nova galeria, inteiramente construída com metal e vidro.
Projetado pelo arquiteto inglês Jan Kaplicky, do estúdio Future Systems, o novo edifício reflete fielmente o design dos carros da Ferrari: os 10 recortes do telhado (feito do mesmo alumínio usado nos automóveis) imitam as entradas de ar presentes no capô traseiro de diversos modelos da marca. E o tom de amarelo escolhido (a cor oficial de Módena) é exatamente o mesmo que colore a lataria dos veículos, além de ser o pano de fundo do Cavallino Rampante.
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  (Foto: reprodução)
8. Hearst Tower, Nova York, EUAAutor: Norman Foster

Sede da Hearst Corporation, a torre novaiorquina abriga as equipes de revistas famosas, como a Cosmopolitan e a Esquire. Concluído em 1928, o primeiro volume teve projeto do arquiteto Joseph Urban e abrigou, desde sempre, o conglomerado de comunicação que dá nome ao edifício.
Norman Foster é o autor do projeto da segunda torre, erguida sobre a primeira, e concluída em 2004, sendo um dos primeiros edifícios de Nova York a receber o certificado LEED de sustentabilidade. Com capacidade para 2.000 novos postos de trabalho, a ampliação tem soluções como reaproveitamento de água da chuva e 80% de aço reciclado em suas estruturas.
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  (Foto: reprodução)
9. CaixaForum, Madri, EspanhaAutores: Herzog & de Meuron

Próximo ao famoso Paseo del Prado, o CaixaForum Madrid é um centro cultural patrocinado pelo banco catalão La Caixa, que rapidamente se converteu em um dos museus mais visitados da capital espanhola. O acervo, que vai de pinturas medievais até arte contemporânea, certamente atrai muitos visitantes. Mas seu projeto de arquitetura, concebido pelos suíços Herzog & de Meuron, também é um fator de atração.
Três elementos distintos estabelecem o caráter marcante do edifício. A começar pela parede do volume lateral, toda forrada com um jardim vertical projetado pelo paisagista francês Patrick Blanc. Em seguida, pelo corpo que abriga o espaço expositivo - no nível térreo, uma antiga central de eletricidade do século 19, e, sobre ela, a marcante extensão revestida com aço oxidado, cujo tom avermelhado pode ser avistado a longas distâncias.
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  (Foto:  Richard Johnson)
10. Ontario College of Art & Design, Toronto, CanadáAutor: Will Alsop

Mais antiga e tradicional escola de arte e design da cidade, o Ontario College of Art & Design é uma entidade pública, e ocupa uma série de pequenas edificações dentro do campus, no coração de Toronto.
Desde 2004, o local abriga um dos mais notáveis projetos de arquitetura contemporânea, o Sharp Centre for Design, de autoria do britânico Will Alsop. Com quatro pavimentos, a caixa suspensa mantém-se sobre uma série de finas colunas multicoloridas, cada uma delas voltada para um ângulo diferente. A obra, cujo custo estimado supera os US$ 42 milhões, tornou-se outro dos principais pontos turísticos da cidade.

Fonte: FABIO DE PAULA/Casa Vogue

terça-feira, 17 de julho de 2012

FACHADAS COM PERSONALIDADE


Cor dá personalidade à ambientes e também à fachadas. Conforme o tom e a saturação, traz aconchego. É quase como um carinho, um abraço. Sair do tradicional, deixar-se levar pela sensação de novidade e inovação faz bem à alma, ao coração. E é tão simples e barato mudar... Bastam algumas mãos de tinta e um bocadinho de entusiasmo.

Por isso selecionei uma porção de fotos de fachadas de casas ao redor do mundo (Brasil incluso) bastante coloridas, cheias de felicidade. Compartilhe comigo deste prazer, entre por alguns minutos no mundo lúdico. Faz bem, você vai ver.